Esse negócio de escrever é algo interessante, não pela escrita em si, mas pela criação. Como em todo processo de criação é necessária a inspiração. E inspiração é algo que vem sem avisar, de qualquer jeito, meio alucinada, e temos de aproveitar do jeito que der, porque é algo intermitente que costuma desaparecer...
Depois que escrevi minha Carta ao meu Eu-Passado e a Carta ao meu Eu-Futuro, acabei "revendo" a cena que elas compunham em minha mente e tive uma ideia de um roteiro de uma possível peça teatral. Entre os trancos e barrancos, entre outras iniciativas e outros bloqueios, noites em claro e dias turbulentos, acabei, na semana passada, meu primeiro roteiro de teatro: "Tempos Verbais". Sim, meu primeiro roteiro de teatro! Mas... Mas... E agora??
Bom... E agora é que venho pedir uma mãozinha! Tenho enviando este roteiro para alguns amigos, algumas indicações que recebi e para algumas Cias de Teatro que tenho encontrado. Então, peço a ajuda de vocês com alguma indicação de pessoas e companhias do meio ou qualquer dica que puderem me dar para que eu leve este roteiro adiante e, quem sabe, se torna uma peça de verdade!
Muito obrigado e abraços a todos!
Desce Mais Uma!
Poesias, Crônicas, Contos e outros Papos Furados...
segunda-feira, 28 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Como você acessa o Desce Mais Uma!?
Mais difícil que chegar a algum lugar é se manter nele. Ultimamente a quantidade de acessos ao "Desce Mais Uma!" tem caído vertiginosamente. São diversos os fatores que influenciam isso, mas acho que a necessidade de mudanças está sempre presente e deve ser considerada.
A fim de entender melhor algumas características dos acessos, convido-os a participar das três enquetes ao lado direito que me ajudarão a identificar as principais formas de acessos ao conteúdo deste blog e, assim, atuar para melhorar a divulgação e conteúdo do nosso Desce Mais Uma!.
Obrigado e abraços!
Rafael
A fim de entender melhor algumas características dos acessos, convido-os a participar das três enquetes ao lado direito que me ajudarão a identificar as principais formas de acessos ao conteúdo deste blog e, assim, atuar para melhorar a divulgação e conteúdo do nosso Desce Mais Uma!.
Obrigado e abraços!
Rafael
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Rubber Soul
Direto de Santa Gertrudes, para o mundo: Rubber Soul (se prepara Liverpool)!
Cover dos Beatles, a banda Rubber Soul tem origem na "terrinha" e está a todo vapor, cada vez mais estilizada e caracterizada, tocando com qualidade aquilo que tanto revolucionou e definiu (a indefinição?) do nosso Rock 'n Roll.
O vídeo a seguir é uma entrevista recente na qual a banda conta melhor um pouco de sua história. Dá para sentir um pouco do peso da coisa:
Seguem os links para quem quiser conhecer mais, ouvir mais, ver mais e entrar em contato:
Site oficial
Página no Facebook
Canal no YouTube
Abraços...
Cover dos Beatles, a banda Rubber Soul tem origem na "terrinha" e está a todo vapor, cada vez mais estilizada e caracterizada, tocando com qualidade aquilo que tanto revolucionou e definiu (a indefinição?) do nosso Rock 'n Roll.
O vídeo a seguir é uma entrevista recente na qual a banda conta melhor um pouco de sua história. Dá para sentir um pouco do peso da coisa:
Seguem os links para quem quiser conhecer mais, ouvir mais, ver mais e entrar em contato:
Site oficial
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Abraços...
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Asquerosas Caixas de Papelão
Esta semana, meu amigo Tony me enviou a reportagem “Projeto pede fim da distribuição de caixas de papelão em supermercados de São Paulo”, publicada pelo UOL. Trata-se de um projeto que está tramitando na Câmara Municipal de São Paulo e que objetiva a proibição, sim, a proibição, do fornecimento de caixas de papelão, pelos supermercados, para acomodação dos produtos de seus consumidores.
Bom, achei que a fantástica proibição das “Abomináveis Sacolinhas de Plástico” seria suficiente, mas a minha ingenuidade não me permite enxergar, antecipadamente, que nunca há limites! Agora a desculpa, lógico que esfarrapada, é que as caixas de papelão, então principais substitutas das sacolinhas plásticas, possuem maior quantidade de bactérias, fungos e outros micro-organismos do que as saudosas antecessoras.
Bonita esta preocupação do legislativo para com a saúde e o bem-estar dos nossos concidadãos, não acham? Só que a minha ingenuidade sim tem limites. A verdade é que se instaura mais uma baboseira que convence a população de estar fazendo uma boa ação sob a fachada de melhorias para o meio-ambiente e bem-estar público cumprindo seu dever de cidadão, enquanto, nos bastidores, são discutidas e distribuídas as conveniências próprias daqueles ilustres senhores que só fazem encher os próprios bolsos acima de qualquer coisa e qualquer um.
Ainda deixa claro que o “Procon-SP informou que o Código de Defesa do Consumidor não obriga a entrega de nenhuma alternativa sem custo para o consumidor levar suas compras”. Bom, se agora vamos nos basear única a exclusivamente na lei, estamos na roça, para não dizer outra coisa. Esta não é a mesma lei que permite ainda, com jeitinho, a cobrança dos valores das sacolinhas plásticas e que também permitirá a das caixas de papelão nos valores dos produtos por parte dos supermercados? A relação cliente-fornecedor que conhecíamos está cada vez mais perdida e baseada, por lei, única e exclusivamente na troca seca entre as partes com o benefício maior de uma sobre a outra. Havemos de lembrar também das maravilhas surreais de propostas de leis que nossos tão queridos e instruídos legisladores oferecem como fruto de uma recreativa e vazia masturbação cerebral (acho que agora achei o real foco de micro-organismos).
Acho que já deu e já podemos acordar para as verdades em torno destas papagaiadas e agirmos de verdade para ajudar nosso meio-ambiente e nosso bem-estar comum. São várias as alternativas, várias as recomendações e pequenas as ações que fazem completamente a diferença.
Um viva às prósperas indústrias de sacolas “ecológicas”!
Dois vivas ao nosso brilhante legislativo que tanto nos acode!
Fonte: UOL - Projeto pede fim da distribuição de caixas de papelão em supermercados de São Paulo.
Bom, achei que a fantástica proibição das “Abomináveis Sacolinhas de Plástico” seria suficiente, mas a minha ingenuidade não me permite enxergar, antecipadamente, que nunca há limites! Agora a desculpa, lógico que esfarrapada, é que as caixas de papelão, então principais substitutas das sacolinhas plásticas, possuem maior quantidade de bactérias, fungos e outros micro-organismos do que as saudosas antecessoras.
Bonita esta preocupação do legislativo para com a saúde e o bem-estar dos nossos concidadãos, não acham? Só que a minha ingenuidade sim tem limites. A verdade é que se instaura mais uma baboseira que convence a população de estar fazendo uma boa ação sob a fachada de melhorias para o meio-ambiente e bem-estar público cumprindo seu dever de cidadão, enquanto, nos bastidores, são discutidas e distribuídas as conveniências próprias daqueles ilustres senhores que só fazem encher os próprios bolsos acima de qualquer coisa e qualquer um.
Ainda deixa claro que o “Procon-SP informou que o Código de Defesa do Consumidor não obriga a entrega de nenhuma alternativa sem custo para o consumidor levar suas compras”. Bom, se agora vamos nos basear única a exclusivamente na lei, estamos na roça, para não dizer outra coisa. Esta não é a mesma lei que permite ainda, com jeitinho, a cobrança dos valores das sacolinhas plásticas e que também permitirá a das caixas de papelão nos valores dos produtos por parte dos supermercados? A relação cliente-fornecedor que conhecíamos está cada vez mais perdida e baseada, por lei, única e exclusivamente na troca seca entre as partes com o benefício maior de uma sobre a outra. Havemos de lembrar também das maravilhas surreais de propostas de leis que nossos tão queridos e instruídos legisladores oferecem como fruto de uma recreativa e vazia masturbação cerebral (acho que agora achei o real foco de micro-organismos).
Acho que já deu e já podemos acordar para as verdades em torno destas papagaiadas e agirmos de verdade para ajudar nosso meio-ambiente e nosso bem-estar comum. São várias as alternativas, várias as recomendações e pequenas as ações que fazem completamente a diferença.
Um viva às prósperas indústrias de sacolas “ecológicas”!
Dois vivas ao nosso brilhante legislativo que tanto nos acode!
Fonte: UOL - Projeto pede fim da distribuição de caixas de papelão em supermercados de São Paulo.
sábado, 21 de abril de 2012
"Dia da Terra" - Por Marcos Mairton
Nesta caminhada pelo mundo dos blogs, vamos conhecendo muita gente bacana que contribui com nosso trabalho e que faz trabalhos muito bacanas. Há muito tempo, encontrei o blog "Mundo Cordel" do, desde então amigo, Marcos Mairton, Juiz Federal e, acima de tudo, Cordelista. Marcos e eu sempre compartilhamos nossos trabalhos, pelos blogs e pelos correios, e sempre nos apoiamos e nos incentivamos. Esta postagem é um grande trabalho musical e visual (que eu não conhecia) do Marcos e que celebra o Dia da Terra. Sem mais delongas: aproveitem! Parabéns, Marcão!
22 de abril, Dia da Terra. Da nossa “Mãe Terra”
Chamar nosso Planeta de “Mãe Terra” pode ser uma adesão à Hipótese de Gaia, segundo a qual a Terra é um ser vivo.
Mas pode ser também uma metáfora. Uma forma de reconhecer o quanto ela é generosa e paciente com os filhos que gera, principalmente nós, os mais levados, cujas estrepolias põem em risco a nós mesmos e tantos outros seres vivos, nossos irmãos.
Isso mesmo: IRMÃOS. Porque reconhecer-se filho da “Mãe Terra” é permitir a si mesmo o sentimento da fraternidade não apenas por cada ser humano, mas também por cada animal, cada planta, cada fonte de água...
Em 1855, um índio disse ao presidente dos Estados Unidos: “Os gamos, os cavalos, a majestosa águia, todos são nossos irmãos...”. Mais de meio século antes, na cidade de Assis, um jovem chamado Francisco fazia louvores a Deus pela “nossa mãe, a Terra, que nos sustenta e nos governa, e dá tantos frutos e coloridas flores, e também as ervas”.
No “Dia da Terra”, é um prazer cantar para o Planeta maravilhoso, que, com verdadeiro amor de mãe, nos alimenta, abriga e acolhe carinhosamente...
Voar,
Cruzar teu céu e sobrevoar teu mar
De leve de tocar
E então mergulhar!
Correr,
Pelos teus campos à luz do alvorecer.
Quero te conhecer
E sentir o prazer...
De viver,
Ó, Mãe Terra,
A vida inteira assim.
Pois bem se que sou parte de ti
E tu és parte de mim!
Faça o download gratuito da canção.
* * *
22 de abril, Dia da Terra. Da nossa “Mãe Terra”
Chamar nosso Planeta de “Mãe Terra” pode ser uma adesão à Hipótese de Gaia, segundo a qual a Terra é um ser vivo.
Mas pode ser também uma metáfora. Uma forma de reconhecer o quanto ela é generosa e paciente com os filhos que gera, principalmente nós, os mais levados, cujas estrepolias põem em risco a nós mesmos e tantos outros seres vivos, nossos irmãos.
Isso mesmo: IRMÃOS. Porque reconhecer-se filho da “Mãe Terra” é permitir a si mesmo o sentimento da fraternidade não apenas por cada ser humano, mas também por cada animal, cada planta, cada fonte de água...
Em 1855, um índio disse ao presidente dos Estados Unidos: “Os gamos, os cavalos, a majestosa águia, todos são nossos irmãos...”. Mais de meio século antes, na cidade de Assis, um jovem chamado Francisco fazia louvores a Deus pela “nossa mãe, a Terra, que nos sustenta e nos governa, e dá tantos frutos e coloridas flores, e também as ervas”.
No “Dia da Terra”, é um prazer cantar para o Planeta maravilhoso, que, com verdadeiro amor de mãe, nos alimenta, abriga e acolhe carinhosamente...
Voar,
Cruzar teu céu e sobrevoar teu mar
De leve de tocar
E então mergulhar!
Correr,
Pelos teus campos à luz do alvorecer.
Quero te conhecer
E sentir o prazer...
De viver,
Ó, Mãe Terra,
A vida inteira assim.
Pois bem se que sou parte de ti
E tu és parte de mim!
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